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terça-feira, 18 de julho de 2017

Cidades de pequeno e médio porte puxaram alta no emprego em junho no Ceará

Ceará voltou a gerar emprego em junho, após três meses de queda. Saldo do semestre ainda é negativo. (Foto: Heloise Hamada/G1)


Ceará voltou a gerar empregos em junho após três meses seguidos de queda. Os dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que o resultado positivo foi puxado pela alta nas cidades de pequeno e médio porte. Nos seis primeiros meses de 2017, o Ceará acumula uma perda de 12 mil empregos, mas o último mês do semestre foi positivo, com 133 admissões a mais que demissões.

Os dados do Cadastro Nacional de Emprego e Desemprego (Caged) apontam que Aracati foi a cidade que mais ofertou vagas além das reduções dos postos de trabalho, com saldo de 195 trabalhadores a mais com carteira assinada no mês.

Em seguida aparecem Eusébio (161), Aquiraz (155), Acaraú (133) e São Gonçalo do Amarante (117).
Perda nas grandes cidades

Já os municípios de grande porte da economia cearense seguem em retração quando se trata da geração de emprego. Juazeiro do Norte, a maior cidade do Cariri, teve a maior queda do estado, com corte de 407 trabalhadores.

Barbalha, na mesma região, terminou o mês com 98 postos formais a menos.

Fortaleza teve a segunda maior queda do estado, com 311 demissões a mais que admissões. Sobral, cidade polo da região norte, cortou 98 vagas; e Russas registrou 77 cortes em junho, de acordo com o Caged.

Variação de empregos na cidades do Ceará em junho

Cidades que mais geram emprego Cidades que mais perderam emprego

Aracati 195                                       Juazeiro do Norte -407
Eusébio 161                                       Fortaleza -311
Aquiraz 155                                       Sobral -98
Acaraú 133                                       Barbalha -88
                                                             Brejo Santo -86
São Gonçalo do Amarante 117
Maracanaú 60 Russas -77

Fonte: Caged

Empregos por setor

O leve saldo positivo em junho de 2017 no estado ocorreu principalmente por causa das contratações no setor agropecuário, com 246 admissões a mais que demissões. Também houve saldo positivo no comércio (149), serviços industriais de utilidade pública (134) e serviços (31).

Já áreas com queda na geração de emprego formal foram indústria da transformação (-282), administração pública (-87) e construção civil (-59).

Geração de emprego no país

Considerando todo o Brasil, as contratações superaram as demissões em 67.358 trabalhadores com carteira assinada no primeiro semestre. Essa foi a primeira vez, desde 2014, que foram abertas vagas formais nos seis primeiros meses do ano.

No mesmo período de 2016, houve a demissão de 531.765 trabalhadores com carteira assinada e, em 2015, 345.417 empregos foram fechados. Deste modo, foi o melhor resultado para o primeiro semestre em três anos. A série histórica, nesse caso, começa em 2002.

Com informações do G1-CE

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