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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Mulher morta em Barro pelo ex-esposo tinha descoberto o estupro da filha de 4 anos

Antonio matou a ex-companheira em Barro e se refugiou em Barbalha onde nasceu (Foto: Reprodução)

Vinte e dois dias após ter matado sua ex-companheira em Barro, o acusado foi preso na noite desta terça-feira no Sítio Barro Branco em Barbalha, sua terra natal, onde se encontrava refugiado. O agricultor Antonio Bezerra de Queiroz, de 56 anos, o “Antonio Paizinho”, reside no Sítio Cuncas na zona rural de Barro, mas o crime contra Maria Lieda Bezerra do Nascimento, de 52 anos, aconteceu na casa de seu irmão na Rua Agostinho Fernandes Xavier (Bairro Trajano Nogueira) no último dia 30 de maio.

Nesta quinta-feira, dia 16, o Site Miséria publicou matéria com foto de Antonio atendendo apelos de familiares diante do objetivo em ajudar a polícia a encontrar o paradeiro do assassino. Antonio é acusado de ter estuprado sua própria filha de 4 anos o que foi descoberto pela mãe ampliando os conflitos no relacionamento. Ele teria ameaçado a mesma de morte caso denunciasse o fato à polícia e, provavelmente, o assassinato de Maria Lieda seria uma espécie de queima de arquivo.

No dia 21 de março ela deu entrada no pedido de uma Medida Protetiva na Comarca de Barro com medo que algo pior acontecesse já que vinha sendo ameaçada. Ela morava no Sítio Prazeres e não se furtou após ser convencida a ir ao encontro de Antonio na manhã do crime na barbearia do seu irmão. Em meio a conversa entre os dois, o ex-companheiro sacou uma faca e atingiu Maria Lieda no pescoço quando a mesma correu enquanto era esfaqueada nas costas.

No meio da rua, a vítima ainda gritou por socorro e caiu sendo levada às pressas e em estado grave por populares ao hospital local, mas já chegou sem vida. Enquanto isso, Antonio empreendeu fuga e veio parar na casa de parentes em Barbalha. Para a família dela houve toda uma premeditação do crime e a revolta é grande. Nesta quarta-feira o acusado será recambiado para a cadeia pública de Barro, onde ficará à disposição da justiça.

Com informações do Site Miséria

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