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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Agentes de trânsito do CraJuBar realizam ato contra a matança dos profissionais

Ato dos agentes de trânsito do CraJuBar em Juazeiro do Norte (Foto: Adriano Duarte/Agência Miséria)

Os agentes do DEMUTRAN (Departamento Municipal de Trânsito) dos municípios de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha realizaram ato em protesto ao assassinato do agente Agenilson Pereira, de Araguaina no estado de Tocantins. A movimentação começou na Avenida Padre Cícero, em frente ao Cariri Garden Shopping e percorreu várias ruas de Juazeiro. O ‘sirenasso’ visava chamar a atenção dos governantes sobre a exposição que o guarda de transito está exposto diariamente.

A manifestação ocorreu simultaneamente em vários municípios do Brasil. Os agentes contam que esperam que com a situação no Senado Federal possa dar andamento ao Projeto de Lei sobre a implantação do porte de arma para os agentes municipais de trânsito, a exemplo do que ocorre com as policias rodoviárias Estadual e Federal. O projeto que tramita desde 2015. A Câmara dos deputados já aprovou o projeto.

O assassinato do agente de Araguaiana foi o que desencadeou o ato ocorrido nesta manhã. Conforme as estatísticas, entre os anos de 2007 e 2016, 12 agentes de trânsito foram assassinados no exercício da função. Três dos casos ocorreu no Estado do Pará, dois em Pernambuco, dois no Paraná, e os estados do Ceará, Tocantins, Maranhão, Rio Grande do Norte e Bahia tiveram um agente de trânsito assassinados.

Três dos assassinatos ocorreu só nos últimos dois meses, conforme lista divulgada pelo diretor de articulação e assuntos estratégicos da AGT-Brasil (Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil).

O agente de trânsito de Barbalha, Wellington, disse que falta apoio do poder público para a manutenção da segurança dos agentes. O agente Francisco Sales que atua na cidade do Crato falou sobre a necessidade da utilização de arma de fogo para poder se proteger diante de uma situação de risco. Roni Cruz destaca que os profissionais de trânsito lidam direto com público e nem sempre quem está conduzindo o veículo é um cidadão, por isso a importância do porte de arma.

O vice-presidente do SIATRANS (Sindicato dos Agentes Municipais de Trânsito e Transportes do Estado do Ceará), Valdir Medeiros disse que a categoria está pressionando para que o projeto seja aprovado, mas mesmo após a aprovação no senado e sansão do executivo federal, os municípios ainda devem regulamentar as leis, o que ele diz considerar a etapa mais difícil.

Com informações do Site Miséria


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