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terça-feira, 5 de abril de 2016

Rádio Progresso é a primeira AM do Brasil a migrar para FM

À frente da Rádio desde 2014, Antônio Firmino busca aprimorar serviços (Foto: Serena Morais/Jornal do Cariri)


Com quase 50 anos desde que fundada pelo Grupo Bezerra de Menezes, a Rádio Progresso, de Juazeiro do Norte, é a primeira emissora do Brasil a migrar da frequência AM para FM. A partir do dia 11 de maio, sua transmissão será feita exclusivamente pela faixa 97,9 FM, o que garante melhor qualidade e menos interferência nas transmissões e permite aos ouvintes a sintonização por dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

De acordo com Antônio Firmino, diretor presidente da Rádio Progresso desde 2014, a modernização segue em andamento. Como apresentou, a mudança para um novo prédio e a migração para a FM sinalizam o início de uma nova era, tanto para a empresa como para todo o Cariri. O investimento em estúdios e equipamentos de última geração será ainda potencializado com o projeto que visa o aumento da potência para maior cobertura de seu sinal.

Segundo o diretor, a reivindicação pela migração é antiga e ansiosamente aguardada pelos radiodifusores. Desde que iniciado o processo, o diretor lembra que teve o acompanhamento de três ministros da Comunicação. Inclusive o atual, André Figueiredo, que esteve no Cariri e participou da solenidade de lançamento, com integrantes da Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acert) e da Abert, entidade a nível nacional.

No ar desde 18 de março, a Rádio Progresso 97,9 FM funciona 24 horas e possui programação voltada para todos os públicos. Jornalismo, música e cultura são alguns dos focos trabalhados pela emissora. Entre os planos para o futuro, está o de incluir transmissões via internet, com imagens do estúdio para que o ouvinte acompanhe tudo em tempo real.

Saudosista, Antônio Firmino garantiu que os antigos instrumentos usados pela rádio, da época em que ela funcionava na Rua São Francisco, não serão abandonados. A pretensão é criar um museu, aberto a visitações, que conserve parte de sua história. “Nós vamos continuar mudando. Se não mudarmos, vamos ficar ultrapassados. Nós vamos lutar para que isso não aconteça”, enfatiza Antônio Firmino.

Fonte: Jornal do Cariri

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