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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Disputa pela liderança do PMDB antecipa guerra entre Dilma, Cunha, Renan e Temer

Igo Estrela/ObritoNews/Fato Online
Uma disputa interna na bancada do PMDB, agora no início de fevereiro, será decisiva para definir os rumos dos processos de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e do afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Será a escolha do líder do partido.
A princípio os candidatos eram o atual líder, Leonardo Picciani (RJ), e o deputado Leonardo Quintão (MG), que havia tomado a liderança de Picciani com uma lista de apoios no início de dezembro, mas acabou destituído por outra lista apresentada por Picciani uma semana depois.
Mas uma mudança de discurso de Eduardo Cunha põe em dúvida se Quintão será mesdmo o candidato. É que o presidente da Câmara -- decisivo no grupo pró-Quintão junto com o vice-presidente da República, Michel Temer -- em vez de citar o nome de Quintão, passou a declarar que apoiará "um candidato de Minas Gerais".
A suspeita é de que Cunha esteja articulando em favor de outro mineiro, o deputado Newton Cardozo Junior.
O fato é que a bancada mineira é decisiva na votação. Maior bancada estadual, o Rio de Janeiro tem 11 deputados eleitos, mas Minas Gerais está em segundo lugar com sete deputados que, somados aos deputados de Rio Grande do Sul (5) e Santa Catarina (6), onde os oposicionistas têm maioria podem dar a vitória ao adversário de Picciani.
A dúvida é sobre o poder dos senadores terão sobre os deputados. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o líder do PMDB, senador Eunício Oliveira (CE), estão em campanha por Picciani.
E também há dúvida sobre o poderio do governo. Os deputados ligados aos ministros do PMDB votarão em peso com o candidato governista?
Ex-presidente da Câmara, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (RN), continua muito ligado ao vice-presidente Michel Temer e tem pelo menos um voto na bancada, o do seu sobrinho, Walter Pereira Alves. Deputado licenciado, o ministro da Saúde, Marcelo Castro (PI), reassumirá o mandato para votar com Picciani? Apelidado como "Pau mandado de Eduardo Cunha", o ministro da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, agora apoia Picciani?

Com informações do Fato Online/ Tales Farias

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